quarta-feira, 25 de agosto de 2010 | By: Oliveira

Galeria Fosca

Boa noite.
Bem retorno com mais um livro, hoje falarei sobre: Galeria Fosca de Erico Verissimo.
Bem o livro e uma compilação de Contos, Crônicas e Ensaios sobre a literatura (1930 - 1956) da Editora Globo... e um livro que pode ser lido por quem nunca lêu Erico Verissimo (como eu) ou pelos já amantes que querem saber mais sobre o autor.
Minha opinião: fraco. Nada me despertou neste livro, só um Conto "O Professor dos Cadáveres" e uma Crônica linda escrita para a Globo envista do falecimente do ilustre escritor Monteiro Lobato.
O resto do livro e chato e tedioso.
Alguns textos até levantam o leitor como "Alô Gângster!" porém um momento depois já deixa de novo o leitor no tedio e aborrecimento.
O escritor e de se bater palmas, ele sabe escrever e tem uma bela visão do tempo em que vivia, bom e tem boas idéias, com textos simples e bonitos.
Porém a maioria são chatos e cansativo muitas vezes, alguns possuem um sentido que faz a nós pensar.
Bem só lê este livro então não posso dizer nada do autor, em alguns pouco contos e Crônicas gostei outros não, terei que procurar um livro completo para poder dizer a minha opinião definitiva dosbre o escritor.
No momento deixo como supreendente, alguns textos depois de varios chatos, foram surpreendentes.
Ai vem a pergunta: Você indica? se não tem o que ler e precisa de um livro rapido para ler, sim leia.

Por fim a sinopse do livro, bem até a próxima e com outro livro, abraços!

Os textos de Galeria fosca podem agradar a todos os tipos de leitor: o que não conhece Erico Verissimo e quer começar do início suas leituras; seu assíduo leitor, destinatário legítimo das muitas explicações elaboradas pelo escritor sobre sua obra e aqui reproduzidas; e o crítico ou estudioso da literatura, a quem certamente interessará angariar mais dados - alguns resgatados de revistas em acervos de museu - sobre a obra e a pessoa de Erico.
Dessa galeria participa por exemplo, o tenente Bernardo Quaresma, de O arquipélago, esboçado no personagem Melo no conto que dá título ao livro. Monteiro Lobato mantém uma engenhosa conversa com São Paulo, às portas do céu. Ibsen, James Joyce, Thomas Mann e Gide afirmam a cosmopolitismo do escritor, assim como Dyonélio Machado, Athos Damasceno Ferreira e Telmo Vergara, seu apoio - também como editor - à literatura brasileira. E mais, Erico Verissimo deixa-se flagrar em pleno diálogo consigo mesmo nos prefácios, revelando o escritor maduro de O tempo e o vento.

1 comentários:

Leandro disse...

Blog ta show
primeira vez passando aqui
pra dar aquela moral
fica na paz

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