Bem estou eu aqui de volta para continuar a comentar sobre livros, o que mais eu poderia fazer aqui?!
Hoje vou pular mais de 14 livros para o último que lê que terminei nesta madrugada de Terça para Quarta.
Bem eu já tinha tentado há meses atrás ler este livro, porém nas primeiras páginas desisti, achei a leitura chata, intendente demais e com muitos outros livros à disposição deixa para outra hora este.
Voltei a ler este livro no domingo a noite, desta vez não tinha outros livros interessantes a meu ver. Comecei a ler e de novo as primeiras páginas e a história já foi melhorando, no outro dia (segunda) mais algumas páginas e a história voltou a ser relativamente chata... Parei a um terço do livro e deixei o livro em minha mesa, ontem voltei a lê-lo, pois fiquei decididamente a terminar este livro, já era hora, não gosto de deixar um livro pela metade, então comecei a ler o máximo que pude... E assim descobri um belíssimo livro.
Aprendi que se lermos um livro sem o mínimo de entusiasmo as palavras contidas nele serão sem significado algum, iram passar por nossa mente mais não serão gravadas e o sentimento que foi implantado pelo autor em cada palavra não será percebida.
Posso dizer o livro em uma palavra: No fim uma lagrima escorreu de minha face.
Lagrimas saíram de meus olhos e escorreram por minha face ao capitulo final deste livro, Já na metade alguns fatos me tocaram, houve momentos emocionante e triste.
E livro e totalmente triste e lindo, nas primeiras páginas eu me perguntava: Ela e mesmo uma ladra de livros? Até o momento não vi nada disso! Porém ao desenrolar da historia e que foi mostrando a lida historia da menina, uma historia de vida e amor em meio à segunda guerra mundial. Há algumas semanas atrás eu li o livro: A Cidade do Sol de Khaled Hosseini. Uma história também triste de amor em meio à guerra. Acho que por ter lido este antes e ficar comparando na cabeça as primeiras páginas de A menina que roubava livros não me foram satisfatórias, porém temos que dar tempo ao tempo e não ficar comparando uma coisa com a outra e sim tentar compreender o conteúdo da obra.
No fim posso dizer que gostei muito do livro, a história contada pela morte foi uma idéia muito brilhante do autor que deixou marcas de lagrimas em meu rosto.
E um lindo livro com uma linda historia de amor, vida e superação.
O escritor Markus Zusak soube escrever uma historia comovente, inovadora e brilhante.
Enfim a pergunta: você indica o livro?
Sim, leia o livro e uma linda historia que vai te sensibilizar.
Bem aqui fica meus votos de uma boa semana a todos, a seguir vai a sinopse do livro.
Abraços!
Sinopse:
Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em A Menina que Roubava Livros, livro há mais de um ano na lista dos mais vendidos do The New York Times. Desde o início da vida de Liesel na Rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, O Manual do Coveiro. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhecê-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena.



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