quinta-feira, 15 de julho de 2010 | By: Oliveira

O Nome da Rosa - O Filme


Boa tarde.
Bem como ontem vim falar do livro O Nome da Rosa e informei que iria ver o filme para saber qual o melhor, eu já tinha assistido o filme a anos atrás e gostei, porém agora lê o livro e re vê o filme...
E que decepção! Novamente um filme estraga totalmente o livro, para mim o filme era ótimo pelo que me lembrava de partes, mais depois de assisti lo fiquei decepcionado. Muitos trechos do livro importantes cortados e alterados totalmente... sei que os roteristas nunca deixam o filme igual ao livro mais desta vez foi um abuso.
Não gostei mesmo, foram duas horas de filme aonde houveram grandes cortes e muitas mudanças... fiquei irritado como sempre em certas cenas que são as melhores no filme e foram conrtadas e depois uma nova cena incluida para explicar tal fato que deveria ter sido mostrado na tal cena cortada.
O final totalmente diferente, foi um final para quem leu o livro e não gostou do final ver o filme porque pode gostar deste final, um final "romântico" para o filme, acho que os roteristas queriam isso um "românce" no filme e mostrando que tudo acaba bem.

Bem finalizando... Não gostei, se não houve-se o grande ator Sean Connery enterpretando o papel principal o filme teria sido muito pior.
Bem ainda sim e uma boa "historia" para quem não gosta de ler.
Abraços e uma boa semana a todos!
quarta-feira, 14 de julho de 2010 | By: Oliveira

O Nome da Rosa

Boa noite. Bem hoje vou falar de um livro especial, este livro se chama: O Nome da Rosa. Romance de estréia do escritor Umberto Eco. Uma narrativa Policial que conta a história de um noviço e seu mestre que chegam a um Mosteiro da Itália medieval. A morte de sete monges em sete dias desencadei a ação. Uma crônica da vida religiosa e dos movimentos heréticos do século XIV.

Bem passei no total três mêses para ler este livro... a leitura e muito cansativa, o autor e muito detalhista, muitas falas e textos em latim, a história e maravilhosa, amei isto não posso negar, foram três meses mais no fim fiquei triste pois não iria mais ter os personagens tão queridos.

Bem este não e um livro que eu irei recomendar a todos, a pessoa que se interressar digo que tem que gostar muito de ler, pois como disse e cansativo o autor e detalhista e chega a momentos que você cansa e deixa o livro de lado porque o que você está lendo acaba saindo do rumo da história em si. Pórem quando isto acontece apresenta-se ai a história da Igreja Católica e o movimento herético da época.
Quem gostar de Dan Brown assim como eu, este livro possui um tom de Dan mais e muito mais detalhista aonde Dan vai direto ao assunto aqui se fala muito e só depois se continua a trama...
Eu amei, não e um livro ruim pelo contrario e um ótimo livro, mais não e um livro que muitos ainda mais os jovens desta época louca que vivemos iriam gostar de ler (ainda mais os adoradores de Crepúsculo).
Eu já tinha visto o filme anos atrás gostei, e por uma amiga (que também adora o filme) resolvi comprar o livro e ler pois sempre o livro e melhor que o filme.
Bem eu hoje irei ver de novo o filme, pois já faz anos que o vê e assim dar minha opinião qual o melhor: O livro ou o filme? (risos)

Bem para quem não conhece abaixo vai a resenha do livro como sempre para dar água na boa (risos) Abraços e uma boa semana a todos!


" Primeira incursão do respeitado semiólogo italiano Umberto Eco no romance, "O nome da rosa" surpreendeu a comunidade literária internacional, quando foi lançado em 1983, pela popularidade que adquiriu, apesar de não ser exatamente um texto fácil de ler. Eco ambienta a história em um monastério medieval italiano do século 14, no qual a morte de sete monges, em dias diferentes, amedronta os religiosos e desafia a autoridade da Igreja. Com um roteiro policial e uma deliciosa linguagem da época, o autor faz uma crônica da vida religiosa medieval e analisa, sem ser maçante e demonstrando vigorosa erudição, vários movimentos heréticos da época. A partir da rotina dos monges beneditinos e dos mistérios que envolvem a biblioteca do mosteiro, o autor constrói uma trama na qual fica claro desde o princípio que os crimes estão relacionados aos livros raros guardados na biblioteca. "O nome da rosa", publicado em vários idiomas e premiado em inúmeros países, é um livro apaixonante que tem a capacidade de remeter o leitor para a Idade Média européia." -- por Cícero Solimões
terça-feira, 6 de julho de 2010 | By: Oliveira

Sobre o preconceito

Boa noite.

Hoje não vim falar de um livro em especial mais sim falar de preconceito.
Este pensamento tão ruim que faz muitas vezes agirmos errado, ter uma visão pequena do mundo a nossa volta e ser injusto com as pessoas.

Vou citar um trexo do livro O Mestre dos Mestres de Augusto Cury, vamos ler e analisar.

O precoceito está intimamente ligado à construção de pensamentos. Toda vez que nos defrontamos com algum estimulo, fazemos automaticamente a leitura da memória e construimos pensamentos que contêm preconceitos sobre esse estimulo. Por exemplo, quando estamos diante do comportamento de alguém, usamos a memória e produzimos um preconceito sobre esse comportamento. Assim, frequentementetemos um conceito prévio dos estimulos que observamos, e por isso os consideramos corretos, imorais, inadequados, belos, feios, etc
Aqui reside um grande problema: a utilização da memória gera um preconceito inevitável e necessário, mas, se não reciclarmos esse preconceito, viveremos sob a sua ditadura (controle absoluto) e, assim, engessamos a inteligência e nos fechamospara outras possibilidades de pensar.
Quando vivemos sob a ditadura do preconceito, aprisionamos o pensamento, criamos verdades que não são verdades e nos tornamos radicais. Há três tipos de preconceitos que geram a ditadura da inteligência: o histórico, o tendencioso e o radical.
À medida que adquirimos cultura, começamos a enxergar o mundo de acordo com os preconceitos históricos, ou seja, com os conceitos, paradigmas e parâmetros contidos nessa cultura. Se um psicanalista vê o mundo apenas com os olhos da psicanálise, ele se fecha para outras possibilidades de pensar. Do mesmo modo, se um cientista, ou um professor, um executivo, um pai, vê o mundo apenas através dos preconceitos contiduos em sua memória, pode estar sob a ditadura do preconceito, ainda que não tenha consciência disso.
As pessoas que vivem sob a ditadura do preconceito não apenas podem violar os direitos dos outros e travar seu desempenho intelectual como também ferir as suas próprias emoções e experimentar uma fonte de angústia. Elas se tornam implacáveis e radicais com os seus próprios erros. Estão sempre se punindo e exigindo de si mesma um perfeccionismo inatingível.
Os preconceitos estão contidos na memória, mas, se não aprendermos a nos interiorizar e aplicar a arte da dúvida e da crítica neles, podemos nos tornar autoritários, agressivos, violar tanto os direitos dos outros como os nossos. Porque nossa maneira de pensar é, às vezes, radical e inquestionável? Porque nos comportamos como semideuses. Raciocinamos como seres absolutos, que não duvidam do que pensam, que não se recicalm. Quem conhece minimamente a grandeza e a sofisticação do funcionamento da mente humana vacina-se contra a ditadura do preconceito.


Pois bem, lendo isso o que nos faz refletir?
Bem todos nos temos algum tipo de preconceito sobre alguem, alguma coisa ou algo. Devemos aprender a reciclar nossos pensamentos a nos tornarmos melhores, pois muitas vezes nossos preconceitos machucam, fere sentimentos e agride os direitos de alguêm.
Muitos pais possuem preconceitos contra atitudes de seus filhos ou filhos de alguêm, professores tem um preconceito sobre educação, diciplina, funcionamento do ensino e até mesmo do aluno em sala de aula, sem tentar saber o porque do aluno e assim.
Precisamos reciclar nossos pensamentos sempre! temos que sempre refletir sobre nossas atitudes, ter calma e saber lidar com todas as adversidades, sem preconceitos, temos que aceitar como as pessoas são sem julgar a pessoa seja o que for, não sabemos a historia da pessoa para pre julgá la.
É você já recicla seus pensamentos? Não? Está na hora meu amigo! vamos juntos reciclar nossos pensamentos, precisamos de um mundo novo, melhor aonde só a inteligência poderá fazer dele um mundo para todos sem mal algum.

Bem quem quiser ler mais indico novamente o livro: O Mestre dos mestres: Jesus, o maior educador da história. Autor Augusto Cury.
Abraços a todos, até a próxima!